segunda-feira, 28 de setembro de 2015

#SemanadoGato - Conhecendo a Ivy

Oi vocês,

Hoje eu dou início a minha #semanadogato. 
Um coisa minha mesmo, já que eu estava querendo abordar esse tema, por ser algo que eu gosto e por alertar e abrir os olhos de quem por ventura vier a ler.
Mas hoje eu vou falar de como eu conheci a minha gata Ivy.



              Nunca fui tão fã de gatos, minha irmã sempre foi alérgica e minha família sempre preferiu cachorros. Inclusive tivemos dezenas de cachorros, e quase todos faleceram cedo ou tiveram que ser sacrificados (triste, muito triste), só ficamos com o Baby, que viveu longos 15 anos e faleceu de velhinho mesmo.
               Acontece que desde que mudei pra cidade em que me encontro agora, muitas das minhas certezas caíram por terra, e eu amadureci muito, comecei a comer coisas que não comia, a dar mais amor pra minha família enfim, cresci por dentro, e é aí que os bichanos entraram na minha vida.

               Em fevereiro desse ano (2015), um dia antes do carnaval eu fui passar a noite na casa do meu namorado, e minha irmã foi com a gente, então, a noite uma gatinha muito magrinha entrou no lote. Ela estava muito magrinha, muito mesmo! Tinha o pelo branco com umas manchas cinza, e tinha os olhos mais gigantes e verdes do mundo, tão linda que me apaixonei logo que a vi. Nesse dia até surgiu a ideia de adotar ela. MAS, eu não achava que tinha condições de criar uma gatinha, além da alergia da minha irmã, então achei que seria melhor não ficar com ela. 
Deixamos ela na ir embora, na esperança que ela tivesse um lar, mas no dia seguinte ela voltou. E eu não resisti, acabei levando ela pra casa sim.


Primeira foto da Ivy.



                  Foi amor ao primeiro toque, ela era muito carente e muito fofinha. Mudei a rotina da casa pra que ela se acostumasse. Comprei coisas, e até hoje guardo o primeiro cupom de coisas que comprei pra ela rs.  Ela fugia no começo, eu chorava com medo de ela não voltar, ou de ela apanhar de algum gato maior. Vivia se metendo dentro do forro da casa, e era complicado, eu até aluguei escada pra buscar ela de lá. 
                  Fui descobrindo o que ela gostava de comer, e agora sei que ela adora milho, e também adora miojo. Eu não dou sempre, mas de vez enquanto faço um agrado. Ela tem medo de água, e de barulhos, não pula muito alto e não é tão amorosa sempre.
Calculamos que ela tinha 3 meses, mas acabamos descobrindo que ela tinha mais porquê numa dessas fugidas ela acabou ficando prenhe.


Mais buchudinha impossível.



A época da gravidez foi tudo mil maravilhas, a gente descobriu com um mês de atraso rs
Ela tava enxadinha mas não reclamava nem nada, mas ficou extremamente amorosa e preguiçosa. Tudo durou dois meses e uma semana mais ou menos.
O nascimento dos 5 bebês foi desesperador, todos estavam com medo dela comer os filhotes e etc. Mas ocorreu tudo bem, e lá estavam eu, minha irmã e 6 gatos em casa.




Por hoje a história acaba aqui, no próximo post vou contar mais sobre os bebês e como nós damos conta do recado.










No final desse post, eu queria dizer que eu amo muito minha gatinha, escolhi o nome dela inspirado numa vilã do meu HQ favorito, que é o Batman. Eu espero poder ser a melhor pra ela, e espero poder ajudar mais vários animais de rua. 

Se você viu um animai por aí sozinho e não pode ficar com ele, veja se consegue um lar temporário pra ele e comece uma pequena campanha de adoção. E não se esqueça de castrar os seus bichinhos!!

É isso, vejo vocês depois. Kissus


2 comentários:

  1. Cresci ouvindo do meu pai que gato não presta e coisa e tal.
    Claro que hoje em dia eu não penso assim e fico pensando como em tantos anos da minha vida tive pra mim que gato era um animal mau?!?!
    Os pais influenciam muito nessa questão e eu com meus dois filhos tento ser imparcial quanto a isso pois ate hoje não me desvinculei desse terrorismo que meu pai fez.
    Minha pequena já cogitou uma vez em ter um, mas por incrível que pareça não encontrei fácil pra adotar e ela acabou esquecendo meu menino já preferiu uma cadela que cuidamos e amamos, mas se um dia eles quiserem um gato não serei contra, acho eles charmosos.
    Amei o post, estarei acompanhando durante a semana.
    bjusssss!!!!

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    1. Oi Daiane,
      Pior que quando criança meu pai também não gostava de gatos, mas quando adotei vi que ele estava totalmente errado. Eu espero que um dia você adote um gatinho, ou mais cachorrinhos também... Adotar é amor!

      Volta mais hein! <3

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